Festival CulturaDigital.Br faz chamada pública de atividades

Carla Festucci – Observatório do Direito à Comunicação
De 02 a 04 de dezembro, o Rio de Janeiro será ocupado por palestras, debates, atividades e performances artísticas, promovendo um encontro entre cultura, política e tecnologia. É a terceira edição do Festival CulturaDigital.Br, que traz a proposta de inovar, através da articulação de questões relevantes no cenário nacional e global – como a função da propriedade intelectual na era do conhecimento e os avanços do movimento software livre, que integram a essência da cultura digital.

Os palcos do evento serão dois: o Museu de Arte Moderna do RJ (MAM-Rio) e o Cine Odeon. E para melhor definir as atividades da programação, a organização do Festival realiza uma Chamada Pública de atividades, com o objetivo de desenvolver os trabalhos de forma colaborativa, ao mesmo tempo em que mapeia os projetos, ideias e redes que agem na intersecção entre cultura, política e tecnologia pelo mundo.

Categorias

Os projetos podem ser submetidos em quatro categorias. A primeira, “Encontro de Redes”, é dedicada a experiências já desenvolvidas de cultura digital. No espaço “Redes CulturaDigital.Br”, grupos, pessoas, coletivos ou instituições que queiram apresentar ou ativar suas propostas podem se reunir para dialogar e ampliar seu campo de atuação.

A segunda categoria, denominada “Mão na massa”, tem o objetivo de promover a apropriação crítica da tecnologia e incentivar o uso de ferramentas livres. A “HandZoneCulturaDigital.Br” será espaço de destaque para oficinas e atividades práticas, com infraestrutura básica composta por conexão à internet, bancadas, cadeiras, projetor, microfone e telão.

Na “Mostra de Experiências CulturaDigital.Br”, terceira categoria para submeter projetos, representantes de programas e iniciativas de destaque mundial terão 15 minutos para apresentar seus trabalhos. Os temas esperados são educação, políticas públicas, arte, comunicação, desenvolvimento social, novos arranjos produtivos, ativismo, cidadania, digitalização do patrimônio e cultura livre. Haverá, ainda, uma rodada especial para apresentações de pesquisas acadêmicas, com emissão de certificado de participação.

A última categoria leva o nome de “Visualidades” e é um espaço composto por uma tenda ao ar livre, dedicado a Vjs, Djs e produtores audiovisuais, para que se apresentem e criem coletivamente. Também estão no foco na programação experimentações em linguagem ou tradução de aspectos da cultura digital de forma inovadora.

Inscrições

As propostas serão selecionadas por curadores do Festival; o público pode votar, mas não em caráter decisivo. Os selecionados terão transporte (até o Rio de Janeiro e de volta à cidade de origem) e hospedagem (durante os dias do evento, em quarto individual ou duplo de hotel) custeados pela organização do evento. Alimentação e demais despesas ficam por conta do participante.

Para se inscrever basta acessar o site do festival. Lá também se encontra compartilhado o processo de inscrição e divulgação dos projetos inscritos, bem como mais informações sobre o evento e a chamada pública de atividades.

Fonte: Direito à Comunicação


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Sobre André Araújo

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